CRÉDITO HABITAÇÃO

CRÉDITO HABITAÇÃO

CRÉDITO HABITAÇÃO

O processo de comprar casa por ser uma opção dispendiosa, deve ser bem analisada duma forma racional e bem planeada.

Qualquer pessoa pode recorrer a este crédito, independentemente da sua nacionalidade, e o prazo pode ser até 40 anos.

 

Caso tenha de recorrer a financiamento bancário é sujeito a alguns cuidados que vão desde o apuramento da taxa de esforço até à decisão de manter uma taxa de juro fixa ou variável para o pagamento do empréstimo e seguros de vida e do imóvel.

 

Ter também em atenção ao estado civil, no que diz respeito ao regime de casamento no caso de ser casado.

 

Para se sentir mais confortável e ajudar no seu planeamento, informamos:

 

Valor da casa que se pode comprar


Primeiramente tem de decidir e analisar quanto pode gastar. O valor ideal depende de vários fatores, tais como a localização, a tipologia, tipo de imóvel (apartamento ou moradia), sendo que o resultado final, e o mais importante, será uma prestação mensal durante a vida do empréstimo.

 

A instituição de crédito para a concessão do financiamento utiliza vários critérios para a tomada de decisão, nomeadamente:


- Estabilidade profissional
- Taxa de esforço
- Valor de avaliação do imóvel a adquirir
- Utilização de capitais próprios

 

Estabilidade profissional 


- Para o financiador é muito importante o tipo de vínculo e também a entidade empregadora, pois a análise de risco deste tipo de crédito é feita a considerar um prazo longo, podendo ir até aos 40 anos. A preferência vai para trabalhadores por conta de outrem, ou profissionais liberais ou ENI com profissões de elevada especialidade.

 

Taxa de esforço


- A taxa de esforço, trata-se de um cálculo que incide sobre os rendimentos declarados, deduzindo o IRS e segurança social, o valor máximo de capacidade de endividamento situa-se nos 33%, de referir que no caso de ser 2 adquirentes, é considerado o somatório dos rendimentos, por exemplo: um casal que tenha um rendimento líquido mensal de 1000€, pode se endividar até 333€ (esta cálculo é feito na base de 12 meses de rendimento, pelo que o valor de endividamento normalmente é superior, pois em Portugal são 14 meses de salários – subsidio de férias e natal). De referir que este exemplo é feito no caso de trabalhadores por conta de outrem, pois noutros tipo de vínculos, os cálculos têm outras regras. (toda esta informação aqui expressa pode ser negociada, pois há situações em que a taxa de esforço pode subir até aos 50%).

 

Valor de avaliação do imóvel a adquirir


- Ultrapassando os pressupostos anteriores, a avaliação do imóvel revela-se um fator muito importante, pois será o imóvel a ser dado como garantia real do financiamento, e o mesmo terá de ter um valor comercial de modo que o banco fique com o capital financiado salvaguardado, ou seja, de modo que em caso de incumprimento, seja recuperável o valor em divida com a alienação do imóvel.

 

Utilização de capitais próprios


Em 2018 o Banco de Portugal aprovou uma recomendação para o sistema bancário português, cujos limites de financiamento são:


- De 90% para créditos para habitação própria e permanente;
- De 80% para créditos com outras finalidades que não habitação própria e permanente;
- De 100% para créditos para aquisição de imóveis através de contratos de locação financeira imobiliária.


Ou seja, o comprador terá de ter em capital próprio o valor necessário para perfazer o total da compra do imóvel.

 

 

 

COMPRAR NOVO OU USADO? 


- É uma opção que tem de ser muito bem ponderada, pois ao comprar um imóvel novo, irá beneficiar das garantias de construção e outras, a aplicação de materiais mais modernos, e muitas vezes a diferença de preços não é muito acentuada. E no caso do usado, poderá correr o risco de precisar de obras, em canalizações e sistemas elétricos, o que onera muito no custo total, e para efeitos de financiamento poderá dificultar, de referir que os valores das obras podem ser diferentes dos esperados, pois podem surgir algumas complicações, pelo que no orçamento, devem ser criadas margens para poderem garantir a execução plena das obras.

 

Custos iniciais: entrada, impostos e comissões 


Antes de avançar com a compra da casa, é preciso ter noção dos custos, documentos e impostos que terão de ser suportados. 

 

Além do valor de entrada, ainda é necessário pagar impostos: o Imposto Municipal sobre Transações Onerosas de Imóveis (IMT) e o Imposto de Selo (IS); e comissões bancárias (despesas de processo, comissão de dossier, comissão de avaliação, comissão de formalização, o registo de compra e o registo de hipoteca).

 

Contabilizar dois seguros


A juntar à prestação mensal do crédito, vão ser adicionadas as prestações dois seguros: de vida e multirriscos. Isto porque estes são dois seguros requeridos pelos bancos num crédito habitação.

 

Quais são os custos futuros de comprar casa


Após a aquisição, existem outros custos que se deve ter em conta, no entanto, dependem de alguns aspetos. 

 

Se o imóvel que se comprou foi num prédio com condomínio, é necessário ter em conta o pagamento das quotas mensais e/ou outros custos que possam surgir como pintura do prédio, alguma reparação comum, (sugerimos uma pré-consulta ao gestor do condomínio para se inteirar das contas correntes), um seguro de condomínio, entre outros relacionados (de referir que o seguro multirriscos da fração, que é obrigatório por lei, inclui a sua proporcionalidade das zonas comuns, não sendo obrigatório aderir ao seguro do condomínio). 

 

Deve-se ainda considerar mais um imposto: o Imposto Municipal de Imóveis (IMI), a ser pago anualmente, e que pode ser dividido em prestações, dependendo do valor.

O processo de comprar casa por ser uma opção dispendiosa, deve ser bem analisada duma forma racional e bem planeada.

Qualquer pessoa pode recorrer a este crédito, independentemente da sua nacionalidade, e o prazo pode ser até 40 anos desde que a idade máxima de um dos proponentes, no termo do empréstimo, não exceda os 75 anos.

 

Caso tenha de recorrer a financiamento bancário é sujeito a alguns cuidados que vão desde o apuramento da taxa de esforço até à decisão de manter uma taxa de juro fixa ou variável para o pagamento do empréstimo e seguros de vida e do imóvel.

 

Para se sentir mais confortável e ajudar no seu planeamento, informamos:

 

Valor da casa que se pode comprar


Primeiramente tem de decidir e analisar quanto pode gastar. O valor ideal depende de vários fatores, tais como a localização, a tipologia, tipo de imóvel (apartamento ou moradia), sendo que o resultado final, e o mais importante, será uma prestação mensal durante a vida do empréstimo.

 

A instituição de crédito para a concessão do financiamento utiliza vários critérios para a tomada de decisão, nomeadamente:


- Estabilidade profissional
- Taxa de esforço
- Valor de avaliação do imóvel a adquirir
- Utilização de capitais próprios

 

Estabilidade profissional 


- Para o financiador é muito importante o tipo de vínculo e também a entidade empregadora, pois a análise de risco deste tipo de crédito é feita a considerar um prazo longo, podendo ir até aos 40 anos. A preferência vai para trabalhadores por conta de outrem, ou profissionais liberais ou ENI com profissões de elevada especialidade.

 

Taxa de esforço


- A taxa de esforço, trata-se de um cálculo que incide sobre os rendimentos declarados, deduzindo o IRS e segurança social, o valor máximo de capacidade de endividamento situa-se nos 33%, de referir que no caso de ser 2 adquirentes, é considerado o somatório dos rendimentos, por exemplo: um casal que tenha um rendimento líquido mensal de 1000€, pode se endividar até 333€ (esta cálculo é feito na base de 12 meses de rendimento, pelo que o valor de endividamento normalmente é superior, pois em Portugal são 14 meses de salários – subsidio de férias e natal). De referir que este exemplo é feito no caso de trabalhadores por conta de outrem, pois noutros tipo de vínculos, os cálculos têm outras regras. (toda esta informação aqui expressa pode ser negociada, pois há situações em que a taxa de esforço pode subir até aos 50%).

 

Valor de avaliação do imóvel a adquirir


- Ultrapassando os pressupostos anteriores, a avaliação do imóvel revela-se um fator muito importante, pois será o imóvel a ser dado como garantia real do financiamento, e o mesmo terá de ter um valor comercial de modo que o banco fique com o capital financiado salvaguardado, ou seja, de modo que em caso de incumprimento, seja recuperável o valor em divida com a alienação do imóvel.

 

Utilização de capitais próprios


Em 2018 o Banco de Portugal aprovou uma recomendação para o sistema bancário português, cujos limites de financiamento são:


- De 90% para créditos para habitação própria e permanente;
- De 80% para créditos com outras finalidades que não habitação própria e permanente;
- De 100% para créditos para aquisição de imóveis através de contratos de locação financeira imobiliária.


Ou seja, o comprador terá de ter em capital próprio o valor necessário para perfazer o total da compra do imóvel.

 

 

 

COMPRAR NOVO OU USADO? 


- É uma opção que tem de ser muito bem ponderada, pois ao comprar um imóvel novo, irá beneficiar das garantias de construção e outras, a aplicação de materiais mais modernos, e muitas vezes a diferença de preços não é muito acentuada. E no caso do usado, poderá correr o risco de precisar de obras, em canalizações e sistemas elétricos, o que onera muito no custo total, e para efeitos de financiamento poderá dificultar, de referir que os valores das obras podem ser diferentes dos esperados, pois podem surgir algumas complicações, pelo que no orçamento, devem ser criadas margens para poderem garantir a execução plena das obras.

 

Custos iniciais: entrada, impostos e comissões 


Antes de avançar com a compra da casa, é preciso ter noção dos custos, documentos e impostos que terão de ser suportados. 

 

Além do valor de entrada, ainda é necessário pagar impostos: o Imposto Municipal sobre Transações Onerosas de Imóveis (IMT) e o Imposto de Selo (IS); e comissões bancárias (despesas de processo, comissão de dossier, comissão de avaliação, comissão de formalização, o registo de compra e o registo de hipoteca).

 

Contabilizar dois seguros


A juntar à prestação mensal do crédito, vão ser adicionadas as prestações de dois seguros: de vida e multirriscos. Isto porque estes são dois seguros requeridos pelos bancos num crédito habitação.

 

Quais são os custos futuros de comprar casa


Após a aquisição, existem outros custos que se deve ter em conta, no entanto, dependem de alguns aspetos. 

 

Se o imóvel que se comprou foi num prédio com condomínio, é necessário ter em conta o pagamento das quotas mensais e/ou outros custos que possam surgir como pintura do prédio, alguma reparação comum, (sugerimos uma pré-consulta ao gestor do condomínio para se inteirar das contas correntes), um seguro de condomínio, entre outros relacionados (de referir que o seguro multirriscos da fração, que é obrigatório por lei, inclui a sua proporcionalidade das zonas comuns, não sendo obrigatório aderir ao seguro do condomínio). 

 

Deve-se ainda considerar mais um imposto: o Imposto Municipal de Imóveis (IMI), a ser pago anualmente, e que pode ser dividido em prestações, dependendo do valor.

O processo de comprar casa por ser uma opção dispendiosa, deve ser bem analisada duma forma racional e bem planeada.

Qualquer pessoa pode recorrer a este crédito, independentemente da sua nacionalidade, e o prazo pode ser até 40 anos.

 

Caso tenha de recorrer a financiamento bancário é sujeito a alguns cuidados que vão desde o apuramento da taxa de esforço até à decisão de manter uma taxa de juro fixa ou variável para o pagamento do empréstimo e seguros de vida e do imóvel.

 

Ter também em atenção ao estado civil, no que diz respeito ao regime de casamento no caso de ser casado.

 

Para se sentir mais confortável e ajudar no seu planeamento, informamos:

 

Valor da casa que se pode comprar


Primeiramente tem de decidir e analisar quanto pode gastar. O valor ideal depende de vários fatores, tais como a localização, a tipologia, tipo de imóvel (apartamento ou moradia), sendo que o resultado final, e o mais importante, será uma prestação mensal durante a vida do empréstimo.

 

A instituição de crédito para a concessão do financiamento utiliza vários critérios para a tomada de decisão, nomeadamente:


- Estabilidade profissional
- Taxa de esforço
- Valor de avaliação do imóvel a adquirir
- Utilização de capitais próprios

 

Estabilidade profissional 


- Para o financiador é muito importante o tipo de vínculo e também a entidade empregadora, pois a análise de risco deste tipo de crédito é feita a considerar um prazo longo, podendo ir até aos 40 anos. A preferência vai para trabalhadores por conta de outrem, ou profissionais liberais ou ENI com profissões de elevada especialidade.

 

Taxa de esforço


- A taxa de esforço, trata-se de um cálculo que incide sobre os rendimentos declarados, deduzindo o IRS e segurança social, o valor máximo de capacidade de endividamento situa-se nos 33%, de referir que no caso de ser 2 adquirentes, é considerado o somatório dos rendimentos, por exemplo: um casal que tenha um rendimento líquido mensal de 1000€, pode se endividar até 333€ (esta cálculo é feito na base de 12 meses de rendimento, pelo que o valor de endividamento normalmente é superior, pois em Portugal são 14 meses de salários – subsidio de férias e natal). De referir que este exemplo é feito no caso de trabalhadores por conta de outrem, pois noutros tipo de vínculos, os cálculos têm outras regras. (toda esta informação aqui expressa pode ser negociada, pois há situações em que a taxa de esforço pode subir até aos 50%).

 

Valor de avaliação do imóvel a adquirir


- Ultrapassando os pressupostos anteriores, a avaliação do imóvel revela-se um fator muito importante, pois será o imóvel a ser dado como garantia real do financiamento, e o mesmo terá de ter um valor comercial de modo que o banco fique com o capital financiado salvaguardado, ou seja, de modo que em caso de incumprimento, seja recuperável o valor em divida com a alienação do imóvel.

 

Utilização de capitais próprios


Em 2018 o Banco de Portugal aprovou uma recomendação para o sistema bancário português, cujos limites de financiamento são:


- De 90% para créditos para habitação própria e permanente;
- De 80% para créditos com outras finalidades que não habitação própria e permanente;
- De 100% para créditos para aquisição de imóveis através de contratos de locação financeira imobiliária.


Ou seja, o comprador terá de ter em capital próprio o valor necessário para perfazer o total da compra do imóvel.

 

 

 

COMPRAR NOVO OU USADO? 


- É uma opção que tem de ser muito bem ponderada, pois ao comprar um imóvel novo, irá beneficiar das garantias de construção e outras, a aplicação de materiais mais modernos, e muitas vezes a diferença de preços não é muito acentuada. E no caso do usado, poderá correr o risco de precisar de obras, em canalizações e sistemas elétricos, o que onera muito no custo total, e para efeitos de financiamento poderá dificultar, de referir que os valores das obras podem ser diferentes dos esperados, pois podem surgir algumas complicações, pelo que no orçamento, devem ser criadas margens para poderem garantir a execução plena das obras.

 

Custos iniciais: entrada, impostos e comissões 


Antes de avançar com a compra da casa, é preciso ter noção dos custos, documentos e impostos que terão de ser suportados. 

 

Além do valor de entrada, ainda é necessário pagar impostos: o Imposto Municipal sobre Transações Onerosas de Imóveis (IMT) e o Imposto de Selo (IS); e comissões bancárias (despesas de processo, comissão de dossier, comissão de avaliação, comissão de formalização, o registo de compra e o registo de hipoteca).

 

Contabilizar dois seguros


A juntar à prestação mensal do crédito, vão ser adicionadas as prestações dois seguros: de vida e multirriscos. Isto porque estes são dois seguros requeridos pelos bancos num crédito habitação.

 

Quais são os custos futuros de comprar casa


Após a aquisição, existem outros custos que se deve ter em conta, no entanto, dependem de alguns aspetos. 

 

Se o imóvel que se comprou foi num prédio com condomínio, é necessário ter em conta o pagamento das quotas mensais e/ou outros custos que possam surgir como pintura do prédio, alguma reparação comum, (sugerimos uma pré-consulta ao gestor do condomínio para se inteirar das contas correntes), um seguro de condomínio, entre outros relacionados (de referir que o seguro multirriscos da fração, que é obrigatório por lei, inclui a sua proporcionalidade das zonas comuns, não sendo obrigatório aderir ao seguro do condomínio). 

 

Deve-se ainda considerar mais um imposto: o Imposto Municipal de Imóveis (IMI), a ser pago anualmente, e que pode ser dividido em prestações, dependendo do valor.

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